ESCOLA OU CURRAL?
Qualquer coincidência com a abertura da porteira de um curral terá sido mera semelhança.
Agência Estado
A Polícia Civil de Dracena, no Interior, começou a investigar nesta quarta-feira (4) o caso da servente Nair Silva Alves, 67 anos, que teve dois braços quebrados e ferimentos em um dos olhos ao ser pisoteada por estudantes de 5ª a 8ª séries da escola estadual Nove de Julho, uma das mais importantes da cidade.
Nair foi "atropelada" pelos alunos na terça-feira (3), quando abriu o portão que dá acesso às salas de aulas. "Não vi quem foi. Só sei que alguns alunos me empurraram e cai de bruços; entrei em pânico e comecei a gritar por socorro", contou Nair. Ela disse que só teve coragem de ir à polícia registrar queixa nesta quarta.
A servente, que disse temer retaliações dos alunos, acabou convencida pela filha Gessilene Alves de Abreu a formalizar a denúncia, mas mesmo assim, disse que as agressões podem ter ocorrido de forma "involuntária". O delegado Antônio Simonatto, que responde pela Delegacia da Mulher, disse que vai apurar um caso de lesões corporais envolvendo menores.
Escrito por Mauricio Apolinario às 16h27
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FALTA DE RESPEITO E DE BOAS PALMADAS
Jovens atacam pessoas em paradas de ônibus com ovos
Adriana Bernardes Do Correio Braziliense
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Carlos Vieira/CB

Polícia alerta para que vítimas denunciem, pois prática é criminosa
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10/07/2007 07h37-Nos últimos dois meses, um grupo de jovens que circula pela Asa Sul em dois carros de cor escura tem transformado a vida de garçons, auxiliares de cozinha e atendentes de bares e restaurantes em uma tormenta. Eles aproveitam a penumbra da madrugada para atacar os trabalhadores. Ao se aproximar das paradas de ônibus, o motorista reduz a velocidade. Os ocupantes — geralmente quatro ou cinco rapazes — colocam os corpos do lado de fora da janela e atiram ovos em quem aguarda a condução para casa. O deboche e a falta de respeito são tão grandes que ao se aproximarem, os jovens ainda avisam: “olha o ovo!” Ao concluir o ataque, saem às gargalhadas em alta velocidade. Revoltados, a maioria das vítimas promete revanche e se arma com pedras, porretes e garrafas à espera dos agressores.
Esse é o triste resultado da falta de limites nos lares da classe média. Os pais entregam a educação dos filhos à televisão e à babá, quando pequenos, e depois joga a responsabilidade para a escola, cuja finalidade não é essa. Debochados, esses pirralhos e pirralhas "riquinhos" merecem mesmo é umas boas palmadas no 'bumbum' para aprenderem a largar de ser bestas quadradas, achando que podem praticar desordens e agredir pessoas sem mais nem menos, simplesmente para dar gargalhadas.
Uma atitude séria deve ser tomada pelos pais e pelas autoridades competentes.
E, como forma de punição educativa, coloquem esses jovens para lavar pontos de ônibus em todo o Plano Piloto.
Agora, o que não pode ocorrer de maneira alguma são as revanches, descendo ao mesmo nível dos agressores dos ovos. Violência gera violência.
Escrito por Mauricio Apolinario às 11h42
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